Blog da COM

Proxxima 2017

Desculpe o atraso deste texto. A pauta anda parecida com a lista dos doze trabalhos de Hércules! Drama mitológico a parte, vamos ao assunto: o segundo dia do Proxxima. Esse último dia do evento começou muito bem, com a apresentação mais esperada por mim, cem por cento focada em modelo de negócios: Oliver, uma agência que cria agências, conforme anunciado na revista da programação. Simon Martin, representando a Oliver, declarou: “a constante é a ruptura”. Achei ótimo, pois, além de retratar o contexto, caso seja incorporado no dia a dia por nós, emagrece. Explico: as pessoas são resistentes às mudanças também por razões biológicas – somos programados para economizar energia, e mudança exige muito do cérebro, justamente o órgão mais gastador.

Well, o modelo que a Oliver propõe, no momento, é baseado em três pontos – velocidade na operação, confiança e transparência entre cliente e agência, orientação para o mercado. Como costumo repetir para nossa equipe, o mercado sempre ganha. Para a Oliver, a orientação para o mercado significa ter benefícios sustentáveis para o cliente, um diferencial competitivo verdadeiro, e capacidade operacional. Em breve, vamos ver como será a operação deles aqui no Brasil.

Na sequência entram os representantes do Grupo Estado e do SBT para uma apresentação do tipo “De onde viemos e para onde vamos”. No caso, a resposta foi: ambos são mesmo lugar – os veículos eram basicamente produtores de conteúdo e voltaram a focar nisso com a redução da importância da publicidade em suas receitas, planejando e criando projetos de conteúdo para marcas. Quando arguidos sobre a relação com os atuais donos da bola, Google e Facebook, o termo usado foi “Friendemy”. É a situação típica “se não podemos com eles, nos unimos a eles”. Aliás, todos os veículos que subiram no palco do Proxxima declararam ter acordos com esses gigantes onipresentes. Depois disso, a Globosat substitui os colegas em uma apresentação de 10 minutos sobre o VIU hub e contou sobre o case Prêmio Multishow, que teve transmissão simultânea de conteúdos diversos, adequados a cada meio. Assim fizeram a proeza de alcançar uma audiência 229% maior entre os jovens, público que tem fugido da TV.

Quando o assunto é esporte, o gato Garfield é meu atleta favorito. Mas fiquei profissionalmente atenta a apresentação da LX Consultoria (que representa Neymar Jr.), e da Esportes Grupo Globo, que mostraram como trabalham e ganham dinheiro combinando esporte e comunicação digital. O Meio&Mensagem arrematou: “O digital exponencializa o poder do esporte.”. OK!

Sei que o povo de humanas normalmente foge da matemática, mas a apresentação da TVxtender, que veio na sequência, tinha como título MGI – a matemática para você não errar com a mídia programática. Apenas dez minutinhos, “humanizados” pelo mote/causa “Vamos causar uma boa impressão”, que por sua vez foi amarrado à argumentação de que causar uma boa impressão é bem diferente de ter uma boa apresentação, e o fato de destinar 10% do valor investido na sua plataforma de vídeos às causas sociais. Mas e a matemática? Senta que vem fórmula: MGI = A²+F+CC, onde A é audiência, F é formato, CC é conteúdo criativo.

O Itaú entrou depois, no horário da fome, e atrasado (não foi culpa dele, diga-se). Foi tão bom que segurou a plateia, sem sofrimento. Eu não sofri! Alguém? O banco dividiu com a CI&T o desafio de se tornar digital ponta a ponta, interagindo o tempo todo com os clientes, mobile first. Mostrou com números (afinal, é um banco), que não poderia ser diferente: em 2008, 74% das transações eram feitas em canais tradicionais (agência, caixa eletrônico, telefone); no primeiro trimestre de 2016, 71% das transações já eram feitas em canais eletrônicos remotos. Ellen Kiss, do Itaú enfatizou: “Banco não é um lugar para onde você vai, é um lugar onde se faz algo.”

O Itaú se propõe fazer a gestão completa da experiência do cliente, o verdadeiro motor das mudanças, como declara o slogan “É você que atualiza o Itaú.”. E é assim que tem de ser. O marketing aposta que 30% do resultado do seu trabalho vem da comunicação bem feita e 70% é mesmo resultado da experiência dos clientes com o banco.

Mas como foi mudar a cultura solidificada de uma empresa tradicional e analógica na velocidade necessária? A CI&T mostrou que inverteu a pirâmide do processo, começando com a mudança de “Como fazemos”, passando para “Valores e Atitudes”, para então chegar à “Cultura”. Aliás, Cultura Digitaú – que não é apenas sobre tecnologia, é sobre comportamento. Em bonito slide listaram seis pontos que a guia: cliente sempre no centro de tudo (óbvio); colaboração (óbvio 2); foco na criação de valor (óbvio 3); abertura genuína para a experimentação (óbvio 4); orientação por dados para focar no cliente (óbvio 5); busca incansável por o melhor modelo de negócio (óbvio 6). Tudo bem óbvio, mas vai executar! Parabéns Itaú, que parece escrever o que pregou: “Ideias são valiosas, execução é tudo.”. Quando eu conseguir ganhar dinheiro com comunicação e marketing, deposito todo lá no Itaú.

Almoço rápido. Nos dias anteriores aproveitei essa pausa para encontrar parceiros de negócios. No almoço de despedida da passagem por SP, tive a boa companhia de um brilhante professor da FGV e também gestor de investimentos, ex-Itaú (!) e ex-marido, Claudio Monteiro, que fez um panorama sobre Economia e Política, sempre bom de ouvir.

De volta ao mundo Proxxima, a Natura personificou a união do marketing com a tecnologia nas figuras de seus gestores Andrea Tavares e Agenor Leão para falar sobre o impacto dessa dupla nos negócios. Para contextualizar a importância e necessidade de juntarem forças e implantarem uma nova cultura (olhe ela aí de novo), declararam que 99,65% de todos os pedidos das consultoras são captados digitalmente. Big Data, apps, soluções de comunicação e interatividade, machine learning, RTD, ChatBots, Realidade Aumentada, e mais, fazem parte do cardápio para cumprir a agenda de transformar o negócio existente e construir um novo negócio digital. Interessante ver o cara da tecnologia falando, falando, falando… Isso gerou o seguinte comentário: “Você vê que a história mudou quando o profissional de tecnologia fala mais do que o de marketing e inovação.”. Porém ficou claro com a performance de Agenor, que não se faz mais profissional de tecnologia como antigamente. Ainda bem! Hoje é essencial ter também visão e domínio de negócio.

E então apareceu passarinho azul no palco – o Twitter apresentou o Twitter Business Solutions, plataforma (uma das 4 palavras mais queridas do momento) para facilitar o contato entre marcas e consumidores. Em seguida a IBM, mostrou a sua visão sobre inteligência artificial e solução para engajar clientes, trabalhando com o mais importante recurso natural (chamado assim pelo representante da empresa, Claudio Santos) do século XXI: dados. No embalo, a Euromonitor Internacional chegou para falar sobre a internet das coisas na realidade de negócios. Em pauta, espelhos e casas inteligentes, união de players como GM e IBM (Watson), Ford e Amazon, para surfar essa terceira onda da internet. Uma das apostas é no potencial de disrupção do comércio, tendo como intermediário Coisas e não mais smartphones ou computadores. Um beliscão, em forma de comentário, nos trouxe de volta do êxtase tecnológico: a barreira ainda é a capacidade da conexão. Logo resolvemos! Já existe diversos wearables, freezer, máquinas de lavar, ligados à web e eles estão se saindo muito bem.

Na mesma pegada mundo conectado a Posterscope contou como segmentar público com recursos de digital para exibir anúncios mais adequados em espaços out of home. Real-time. Fomos tageados, mas você pode se livrar de sua tag abrindo mão de andar por aí com seu smartphone. A empresa analisa e determina audiência que prevalece no local, no momento, e exibe a mensagem mais relevante para aquele público. A Elemídia e a Eletromídia conversaram sobre o quão prospero pode ser esse segmento e também contaram sobre o que trazem de novo para a eficácia da comunicação dos anunciantes.

Parece ouvi tambores, ou será que os criei mentalmente para abrir a discussão que estava ansiosa para presenciar: Consultoria vira agência. Agência vira consultoria. Virou zona?

Que delícia de zona! Para os clientes está ótimo. Não importa quem veio antes, o ovo ou a galinha, mas ter um ovinho bem feitinho na mesa do café da manhã. No caso, o foco é a solução para o negócio. Tanto agência quanto consultoria entenderam que a necessidade do cliente mudou e estão dando os seus pulinhos para fazer uma entrega consistente. Os profissionais envolvidos estão aprendendo a integrar os mundos de cada business. As perguntas que pairam no ar são: as agências conseguem transformar ideias em entrega que tragam desempenho para o negócio? As consultorias conseguem lidar com processos criativos? De qualquer forma, ambas estão se preparando bem para a disputa, a exemplo da Accenture que está incorporando criativos de peso em sua equipe e a Isobar que incorporou uma empresa de consultoria. Que vença o cliente! 😉 

Por Ana Carolina Monteiro.

WhatsApp Image 2017-05-10 at 10.47.44

Este não é o meu primeiro Proxxima, mas é primeiro da COM. Por sorte, o mais bem organizado. Na verdade não é por sorte, é por maturidade do evento. É por falar em maturidade, o auditório nunca me pareceu tão sênior. Mercado e profissionais amadurecerem também, independe de idades. Não há paciência para fru-frus, hoje se discute sobrevivência de toda uma indústria. Anunciantes, veículos, agências não têm caminhos para apontar, apenas questionamentos e possibilidades na busca de modelos de negócios que os ajudem a seguir adiante. Always beta, diga-se. Nesse quesito, os mais inspiradores não foram as agências, mas os clientes, novos players e startups. A P&G fez uma excelente abertura com Poliana Sousa#likeagirl, como avisou logo no começo a sua apresentação. E mostrou os resultados que as novas formas de trabalhar comunicação e marketing têm trazido para o negócio.

Quem tem medo das mudanças que a tecnologia engendra em velocidade estonteante? Se não girar junto cai! A Dentsu jogou na cara: “a tecnologia ajuda as pessoas a evitar comunicação ruim. João Batista Ciaco, da FCA Latam, muito direto e simples, contou como a aplicação prática da tecnologia tem impactado o seu trabalho, e também comentou que o conteúdo relevante é essencial para a coisa funcionar. Afinal, tecnologia é recurso, como declarou Ricardo Cavallini, do Makers. Nesse ponto, a tecnologia e a criatividade se casam apaixonadas, uma apoia a outra, e poderiam viver felizes para sempre se os profissionais de criação soubessem lidar com isso. Mas para Sérgio Mugnaini , da DPZ&T, parece que a maior parte deles ainda não vem com o chip da tecnologia. Se o caso é cliente sem chip, ele indica fazer protótipos para ajudar na aprovação e Ricardo Figueira, da África, que apresentou um case seu com Drones, completou-se: “protótipo é o raff do curioso”. Foi apresentado também o case do Bot do AA, integrado ao Facebook Messenger, da Thompson.

Falou-se também sobre a dor e a delícia da Mídia Programática. OK… Nada novo. O prazer em conhecer veio da querida Holanda, que além de ter iogurtes deliciosos, é a casa da MediaMonks, uma produtora que dá vida a projetos de comunicação, pensando em todos os elos da cadeia. Eles já estão no Brasil, em breve vão mandar um sanduíche da KFC para o espaço, e dizem contar histórias que levem à venda. Se quiser ver um trabalho deles, procure o case Sandbox para a Audi.

E veja só Bartira Pereira, nossa queria Diretora de Atendimento na Engenhonovo, a Fisher, patrocinadora do evento, lançou sua plataforma de Brandformance, que se chama Brandformance. Estava curiosa para conhecer melhor, pois acabamos de construir o planejamento de Brandformance para um cliente do Grupo Engenho. Mas eles só tiveram dez minutos para falar. Uma Pena.

Com mais tempo, o McDonalds entrou no palco com suas duas agências e não teve sangue escorrendo. O responsável pelo Marketing, Roberto Gynpek disse que integra o trabalho na porrada. Todos pareciam bem e felizes, concordando que os profissionais envolvidos precisam esquecer para que agência trabalham e focar na Marca que têm de cuidar. Entendo quando dizem que não se briga mais pela autoria de ideias, mas não foi esclarecido como fica quando o assunto é a remuneração de cada uma – seria igual, não importando o que foi feito? Em seguida entrou Bia Granja  para apresentação relâmpago sobre influenciadores, explicando também sobre o que seria e qual o impacto dos micro-influenciadores.

Fim de tarde e as startups entram para vender seu peixe em 3 minutos cada. Quem convencesse melhor o júri levava um checão para casa. Ganhou a Nama, com seus chats inteligentes. Já caindo a noite é o cansaço batendo, a China mostrou com In Hsieh, ao que vem no mundo da tecnologia e comunicação, em 10 minutos! Então para fechar o dia chegou a turma do Conteúdo premium e seguro – R7, Globo.com, Uol. Sem surpresas, nem quando falaram sobre acordos com gigantes do contexto atual Google, Facebook e quem se apresentar.

Contando rapidamente, o dia 09 de maio foi assim. Parece muito? Hoje tem mais.

Por: Ana Carolina Monteiro, Gestor/Estrategista criativo na COM Inteligência Digital.

social media bahia

Especialmente nesta edição, o Web Hour traz uma novidade: uma Arena onde Caio Costa, Leow Lopes e Marcel Ayres vão bater um papo sobre mídias sociais. E você terá um lugar reservado para fazer parte da mesa. Isso sem esquecer o clima sempre descontraído, que é a marca registrada do evento.

Inscreva-se e chame seus amigos.Vagas limitadas: http://bit.ly/33WebHour1Arena

 

 

Por: Rebecca Lyrio Humilhado

Você já passou por alguma humilhação? Levando ao pé da letra, humilhar é um verbo transitivo oriundo do latim humiliare que significa tornar humilde, abater, oprimir, rebaixar, vexar alguém.

Desde os tempos passados, o ser humano está exposto, através da convivência social, a inusitadas situações e comportamentos adversos. Para poder transitar em ambientes sociais distintos, como o trabalho, as reuniões com os amigos ou os encontros familiares, é necessário que cada indivíduo mergulhe em um universo e se adeque a ele. As adequações sociais fazem parte da representação do ser humano em seus cenários cotidianos, onde cada indivíduo veste suas máscaras e encena o papel necessário para poder transitar dentro dos padrões aceitos, sem sofrerem rejeição.

Mas e se você resolvesse ser quem você realmente deseja? Viver é um risco e expor suas opiniões requer ousadia e firmeza, ainda mais nos dias atuais, onde a informação se espalha em segundos e todos são juízes de si. Com o avanço tecnológico e o domínio das mídias digitais, a maneira como a sociedade pensa e percebe o mundo se alterou. Hoje tudo está ao alcance de um clique, um cenário pode ser construído em minutos e é capaz de induzir milhões de pessoas a um pensamento comum.

Nesse contexto, é curioso observar como o ser humano alterou a forma de se posicionar e como a internet passou a dar voz e poder a pessoas que, em outros cenários, seriam impotentes e não seriam percebidas.

Redes sociais como o Facebook e o Twitter viraram o espaço de convívio de milhões de pessoas, canais que vão muito além da socialização, mas que expressam uma nova forma de viver e perceber o mundo e as pessoas que nele vivem. As redes sociais, hoje, são a representação do mundo e toda a sua diversidade.

E foi nesse contexto que Jon Ronson deu vida ao livro Humilhado. O livro traz relatos obtidos ao longo de 3 anos, sobre pessoas que tiveram suas vidas expostas e seus destinos mudados através de julgamentos que aconteceram nas redes sociais, retomando a ideia de humilhação pública, onde as pessoas eram expostas nas praças e castigadas a céu aberto, julgadas pelo povo e sua capacidade imparcial de punir.

O livro aborda uma série de histórias de pessoas que foram as causadoras de situações de humilhação e constrangimento ou de indivíduos que passaram por algum tipo de humilhação e tiveram sua vida exposta na mídia, a mercê do julgamento de uma sociedade hiperconectada, que muitas vezes busca julgar o outro para poder expô-lo ao máximo, de forma que a sua própria hipocrisia e defeitos não sejam vistos.

O próprio autor passou por uma situação onde teve sua liberdade violada, quando teve seu nome veiculado a uma conta fake no perfil do Twitter. Esse fato foi responsável por despertar o olhar de Robson para o poder das mídias digitais, já que ao expor sua situação na rede, passou a ter vários “advogados” que saíram em sua defesa e , muitas vezes sugeriram punições horrendas contra os criadores do perfil falso. Foi esse poder da internet, que passou a dar voz para que estas pessoas se tornassem o fio condutor da humilhação pública que motivou o autor a buscar histórias de pessoas que tenham passado por situações deste tipo.

Em sua busca por entrevistas, o autor chegou até Justine Sacoo, que viu sua vida mudar após fazer um tweet antes de embarcar para a África, onde dizia: “Indo para África. Espero não pegar aids. Brincadeira. Sou branca”. A relações Públicas, ao desembarcar no continente africano, foi recebida sob protestos e teve que voltar ao país de origem pois sua segurança estava ameaçada. Justine perdeu o emprego e, por mais que pedisse desculpas, foi vítima dos comentários e desejos mais violentos por parte dos internautas, que sugeriam desde o seu estupro até sua morte. Estas e muitas histórias são retratadas ao decorrer do livro, despertando no leitor uma criticidade, ao passo que permite que os humilhados tenham a oportunidade de relatar os seus dramas e como toda a exposição na internet mudou, para sempre suas vidas, a forma como eles se relacionam e se percebem diante do mundo.

No decorrer do livro, são inúmeras as manifestações de bullyng nos meios digitais, o que nos leva a questionar a forma, muitas vezes abusiva, como desvendamos e criticamos o outro, numa tentativa gritante de esconder e acobertar nossos próprios erros.

Nossa sociedade vive hiperconectada por canais invisíveis e o Humilhado nos convida para revisitar as nossas relações, a forma como nos percebemos nesta sociedade e como percebemos o outro nesse contexto.

E você, já se questionou sobre o poder que a humilhação tem de estabelecer e guiar comportamentos e controles sociais?

No próximo dia 18 de Novembro acontecerá o Meeting Salvador. O evento irá reunir profissionais do mercado e debater temas da área de marketing digital. A experiência é importante para se atualizar sobre acontecimentos do mercado e também para conhecer novas pessoas e é claro que a COM Inteligência marcará presença!

Quer saber mais sobre o Meeting Salvador? Visite a página do evento clicando aqui e aproveite para reservar sua vaga – são apenas 50.

meeting

 

Danila Dourado, Andre Brazoli e, nossa gerente de projetos, Teresa Rocha fizeram uma pesquisa entre 50 agências de publicidade para saber a presença dos negros entre os cargos estratégicos, e o resultado foi ínfimo. Diante disso eles criaram um formulário onde os profissionais negros registram nome, área de atuação, especialidades e link do currículo, essa iniciativa vai ajudar a pulverizar os nomes desses profissionais no mercado.

Quer saber mais? Acesse o blog e confira: http://bit.ly/1Weo55O

estudopublicidade

 

infograficofinal

 

Hoje, 21 de Outubro de 2015, o Marty McFly, personagem do filme “De Volta para o Futuro”, chegaria do ano de 1985 para resolver um problema com seu futuro filho. Pensando nisso, nós da Com Inteligência resolvemos mostrar algumas diferenças que McFly encontraria nos dias de hoje. Confira abaixo e divirta-se com a gente.

Bilhetinho x Whatsapp – Nada de bilhetinhos, Marty! Caso você queira se comunicar com alguém, o negócio é o Whatsapp. O mensageiro instantâneo faz o maior sucesso e facilita bastante a vida das pessoas. Você vai adorar!

Walkman x Spotify – Marty, você nunca mais terá que se preocupar com o tamanho das músicas que vai pôr em suas fitas K7, muito menos se as músicas serão gravadas só pela metade. Com aplicativos como o Spotify você pode ter milhares de músicas ao mesmo tempo sem se preocupar com isso. O problema será você descobrir qual vai escutar primeiro. Por sinal, que nome feio: fita K7.

Telefone x Smartphone – os telefones servem para ligar e falar com as pessoas que estão longe de você, não é mesmo? Pois bem, Marty, esta maravilhosa invenção da humanidade foi ainda mais aperfeiçoada. Com os smartphones você pode falar com quem quiser e onde quiser. Sim! Pelo simples fato de que eles são PORTÁTEIS. E quer saber mais? Sabe o Spotify e o Whatsapp? Eles podem ser usados nos smatrphones. Precisaríamos de 05 postagens como estas para explicar os benefícios de um smartphone, Marty. São maravilhosos.

Mapas x Waze – E se Marty se perder nas ruas das cidades do ano de 2015, muito mais complexas que o ano de 1985, o que ele usaria? Um mapa? Não! Ele usaria o aplicativo Waze, ou outros aplicativos que ajudam na localização. E sabe o melhor, Marty? O Waze ainda mostra os engarrafamentos e problemas nas vias que você frequentar. Ok, sabemos que em seu ano de origem não existiam tantos engarrafamentos, mas acredite, você vai precisar.

Videocassete x Netflix – E quando você chegar ao ano de 2015 vai querer descansar um pouco, assistir um filminho e o que você fará, Marty? Alugar um filme? Nada disso! Hoje em dia você pode assistir filmes através do Netflix, também pelo Smartphone, viu? Há quem diga ser bom manter um relacionamento sério com o Netflix, fica dica qualquer coisa!

E você? Sentiu falta de alguma dica? Comente em nossa página no Facebook e compartilha essa publicação com sua galera.

 

 

Nem só de “Curtir” viverá o Facebook. Há alguns dias, falamos aqui sobre o novo botão “Não Curtir” que seria lançado nas terras governadas pelo Mark Zuckerberg, entretanto, já imaginávamos que não seria tão simples assim e a confirmação disso veio com o lançamento das “Reactions” ou simplesmente, as Reações.

emojiblog

A proposta é simples: ao invés de simplesmente clicar no botão Curtir, que ainda estará lá como opção, a partir de agora o usuário poderá demonstrar seu sentimento acerca de uma publicação através de um botão que amplia o Curtir com mais seis emojis de reações. Segundo palavras da techtudo, “a empresa busca formas de fazer com que as pessoas possam demonstrar empatia por meio da plataforma. Não há informações se o novo recurso é o esperado botão “não curtir”, prometido pela rede social.”, mas percebe-se que é um desdobramento deste recurso esperado. Afinal, se você não curtir uma publicação, basta botar a carinha brava que serve como um “Nâo Curtir”.

As reações são: empatia, surpresa, tristeza, raiva, risadas e amor e os usuários poderão marcar publicações com estes sentimentos. O botão Like vai permanecer e deverá ganhar a companhia destes outros emojis e a lista pode aumentar com o tempo, já que a comunicação através de emojis tem se tornado bem comum e em muitas vezes é a melhor forma de expressar um pensamento nas redes.

Mas é bom avisar que a ferramenta ainda está em fase beta e será testada primeiro em dois países antes de decidir se será definitiva ou não, sendo assim, usuários do Facebook na Espanha e Irlanda devem conseguir utilizar o recurso até o fim de semana. Estes Países foram escolhidos por terem muitos usuários e a maioria deles não possuir muitas conexões internacionais, caracterizando dois mercados de teste fechados, característica comum entre os testes realizados pelo Facebook. Também tem a questão do idioma, já que na Irlanda se fala inglês e a Espanha é ideal para testar os emojis em outros idiomas.

E aí, o que acharam da novidade? Acham que este será a ideia do Facebook para o botão Não Curtir? E você curtiram isso? Deixem sua opinião na nossa página.

Ah, aqui vai um vídeo mostrando como será o novo recurso:

 

post1

E no último sábado, dia 03 de Outubro, a COM Inteligência esteve presente no excelente Workshop Posicionamento de Marcas com Marcel Bely, ex-prefeitura de Curitiba, e podemos dizer: foi excelente!

O curso, dentre outras coisas relacionadas a aprendizado e conhecimento, teve como ponto positivo o fato deque o mercado está se renovando. Muita gente nova e com sede de conhecimento em conjunto com pessoas que já estão na área e queriam se atualizar e também pessoas que não são do digital e estavam lá para entender um pouco mais sobre o assunto – ponto positivo para eles. O curso abordou temas bastante legais e trouxe cases bastante interessantes. Marcel se posicionou muito bem e soube entreter a galera. Fica aqui o elogio para a postura dele.

Um breve resumo sobre o que ele disse:

– Imagens bem trabalhadas nem sempre são o principal chamariz

– Na internet, não importa se você teve a ideia primeiro. O que importa é se você conseguiu executar a ideia primeiro. Aqui o fluxo é mortal.

– O fluxo de trabalho e a demora de aprovação atrapalha. O fluxo de fazer publicações com muita antecedência atrapalha

– A Liberdade de atuação ajuda

– As redes sociais são orgânicas porque são feitas por pessoas e são rápidas. N podem ficar presas.

– Dar aos usuários algo que eles queiram compartilhar em suas próprias redes.

Também teve um texto que ele recomendou:

– 50 ideias para os donos de meios de comunicação, quem trabalha neles, com eles, para eles ou contra eles. (procure exatamente este trecho no Google, tem um texto bem legal)

Por fim, queremos agradecer ao pessoal do Social Media Bahia pela boa receptividade e ao Ciranda Café pelo atendimento. Nos próximos nós estaremos lá!

BANNERBLOGposicionamento-de-marcas-marcel-bely-salvador-social-media-bahia

Após o Workshop de Monitoramento em Mídias Sociais com Marcel Ayres e o de Produção em Mídias Sociais com Bito Teles, o Social Media Bahia traz mais um curso relevante e a COM Inteligência estará presente no próximo, o Posicionamento de Marcas em Mídias Sociais com Marcel Bely, dia 03/10

Sendo assim, convidamos vocês a atualizar seu conhecimento com conteúdo de qualidade. As inscrições estão abertas para o workshop Posicionamento de Marcas em Mídias Sociais com Marcel Bely, que fez parte da equipe de mídias sociais da Prefeitura de Curitiba e foi um dos responsáveis por tornar a página do Facebook da cidade conhecida em todo o país.

Não perca esta chance de atualizar seu conhecimento sobre como criar presença relevante para sua marca ou a dos seus clientes, usando a criatividade para gerar engajamento e resultados. O workshop será realizado no dia 03/10 (sábado), das 09 às 18 horas, no Ciranda Café Cultura & Artes, Rio Vermelho (próximo ao Hotel Pestana). Além de aplicar os conceitos, dicas e estratégias com exercícios práticos, todos os inscritos terão direito a certificado digital de 8 horas e coffee break. Para maiores informações acesse o site: Posicionamento de Marcas em Mídias Sociais com Marcel Bely