Categoria: Ferramentas

Recentemente a Tableu, empresa especializada em soluções de Business Intelligence, fez um post muito interessante com dicas sobre o que fazer e o que não fazer na hora de montar um Dashboard para visualização de dados dentro de sua empresa/negócio.  Abaixo, fizemos um breve resumo dos principais pontos abordados no post.

Antes de começar, a primeira pergunta é: o que é um Dashboard?

Dashboard (ou Painel de Controle) é uma ferramenta que permite a visualização e, posterior, análise de um conjunto particular de dados (que podem variar de acordo com o negócio e o objetivo deste painel). Para construir um Dashboard realmente informativo e útil para seu negócio é necessário muito mais do que colocar todos os insights em uma só tela. Primeiro, deve-se planejar o que será representado (ou seja, quais dados são sensíveis para sua equipe e/ou para o negócio como um todo). Além disso, é preciso selecionar elementos de design que possam facilitar a compreensão e, posterior, análise dos dados que são ali representados.

O que devo incluir e o que devo evitar em meu Dashboard?

Faça! A primeira dica da Tableu é realizar experimentos e pegar feedbacks de quem está utilizando/visualizando os dados no Dashboard. Ou seja, é importante verificar se os dados que estão sendo representados realmente fazem sentido para as pessoas que irão utilizar a ferramenta. Os feedbacks são essenciais no momento de montagem e eventuais ajustes do painel, em busca de uma ferramenta intuitiva e que cumpra o objetivo estabelecido.

Abaixo segue um exemplo de Dashboard que foi transformado (a partir de várias rodadas de feedbacks) para mostrar KPIs de uma agência em uma interface mais visual (substituindo as tabelas).

Dashabord, Data Visualization

Dashboard antes da rodada de feedbacks

Dashabord, Data Visualizartion

Dashboard depois da rodada de feedbacks

Não Faça! Cuidado para não exagerar no design. É tentador incluir uma série de elementos visuais no Dashboard com o intuito de deixá-lo mais atrativo ou mesmo transmitir rapidamente os insights para seu CEO, Gerente ou colega de trabalho. Entretanto, por vezes, ao invés de facilitar e simplificar o entendimento dos dados, o excesso de elementos (ícones, cores, gráficos etc.) pode depor contra o trabalho realizado.

Em um ambiente de negócios, sugere-se priorizar a funcionalidade acima da estética. A simplicidade deve ser uma aliada. Tabelas sem rodeios e paletas de cores básicas podem contar uma boa história.  Um Dashboard que é fácil de entender, ajuda a passar a mensagem de forma rápida, assegurando que os destinatários compreendam o significado das representações e possam, a partir daí, tomar decisões.

Abaixo, um exemplo de um como a escolha de cores mais neutras e uma quantidade menor de elementos visuais pode deixar a leitura dos dados no Dashboard mais prática.

Infográfico

Infográfico

Dashboard

Infográfico simplificado em um dashboard

 

De um modo geral, é importante ter em mente que o Dashboard é um instrumento que deve facilitar a visualização e, consequentemente, a análise dos dados. Na hora de criar um dash para seu negócio ou cliente, lembre-se sempre de que ele não deve ser engessado ou definitivo – ajustes e melhorias devem ser implementadas com uma certa constância, no intuito de adequar a ferramenta ao contexto e necessidades.  Além disso, é importante ter em mente questões como: quem irá consumir os dados deste painel?; quais dados são sensíveis para estas pessoas?; como simplificar a representação dos dados?; e como este dashboard pode ser útil no dia a dia do seu negócio?

Para mais informações, confira o ebook sobre Visualização de Dados da Tableu: clique aqui

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Este não é o meu primeiro Proxxima, mas é primeiro da COM. Por sorte, o mais bem organizado. Na verdade não é por sorte, é por maturidade do evento. É por falar em maturidade, o auditório nunca me pareceu tão sênior. Mercado e profissionais amadurecerem também, independe de idades. Não há paciência para fru-frus, hoje se discute sobrevivência de toda uma indústria. Anunciantes, veículos, agências não têm caminhos para apontar, apenas questionamentos e possibilidades na busca de modelos de negócios que os ajudem a seguir adiante. Always beta, diga-se. Nesse quesito, os mais inspiradores não foram as agências, mas os clientes, novos players e startups. A P&G fez uma excelente abertura com Poliana Sousa#likeagirl, como avisou logo no começo a sua apresentação. E mostrou os resultados que as novas formas de trabalhar comunicação e marketing têm trazido para o negócio.

Quem tem medo das mudanças que a tecnologia engendra em velocidade estonteante? Se não girar junto cai! A Dentsu jogou na cara: “a tecnologia ajuda as pessoas a evitar comunicação ruim. João Batista Ciaco, da FCA Latam, muito direto e simples, contou como a aplicação prática da tecnologia tem impactado o seu trabalho, e também comentou que o conteúdo relevante é essencial para a coisa funcionar. Afinal, tecnologia é recurso, como declarou Ricardo Cavallini, do Makers. Nesse ponto, a tecnologia e a criatividade se casam apaixonadas, uma apoia a outra, e poderiam viver felizes para sempre se os profissionais de criação soubessem lidar com isso. Mas para Sérgio Mugnaini , da DPZ&T, parece que a maior parte deles ainda não vem com o chip da tecnologia. Se o caso é cliente sem chip, ele indica fazer protótipos para ajudar na aprovação e Ricardo Figueira, da África, que apresentou um case seu com Drones, completou-se: “protótipo é o raff do curioso”. Foi apresentado também o case do Bot do AA, integrado ao Facebook Messenger, da Thompson.

Falou-se também sobre a dor e a delícia da Mídia Programática. OK… Nada novo. O prazer em conhecer veio da querida Holanda, que além de ter iogurtes deliciosos, é a casa da MediaMonks, uma produtora que dá vida a projetos de comunicação, pensando em todos os elos da cadeia. Eles já estão no Brasil, em breve vão mandar um sanduíche da KFC para o espaço, e dizem contar histórias que levem à venda. Se quiser ver um trabalho deles, procure o case Sandbox para a Audi.

E veja só Bartira Pereira, nossa queria Diretora de Atendimento na Engenhonovo, a Fisher, patrocinadora do evento, lançou sua plataforma de Brandformance, que se chama Brandformance. Estava curiosa para conhecer melhor, pois acabamos de construir o planejamento de Brandformance para um cliente do Grupo Engenho. Mas eles só tiveram dez minutos para falar. Uma Pena.

Com mais tempo, o McDonalds entrou no palco com suas duas agências e não teve sangue escorrendo. O responsável pelo Marketing, Roberto Gynpek disse que integra o trabalho na porrada. Todos pareciam bem e felizes, concordando que os profissionais envolvidos precisam esquecer para que agência trabalham e focar na Marca que têm de cuidar. Entendo quando dizem que não se briga mais pela autoria de ideias, mas não foi esclarecido como fica quando o assunto é a remuneração de cada uma – seria igual, não importando o que foi feito? Em seguida entrou Bia Granja  para apresentação relâmpago sobre influenciadores, explicando também sobre o que seria e qual o impacto dos micro-influenciadores.

Fim de tarde e as startups entram para vender seu peixe em 3 minutos cada. Quem convencesse melhor o júri levava um checão para casa. Ganhou a Nama, com seus chats inteligentes. Já caindo a noite é o cansaço batendo, a China mostrou com In Hsieh, ao que vem no mundo da tecnologia e comunicação, em 10 minutos! Então para fechar o dia chegou a turma do Conteúdo premium e seguro – R7, Globo.com, Uol. Sem surpresas, nem quando falaram sobre acordos com gigantes do contexto atual Google, Facebook e quem se apresentar.

Contando rapidamente, o dia 09 de maio foi assim. Parece muito? Hoje tem mais.

Por: Ana Carolina Monteiro, Gestor/Estrategista criativo na COM Inteligência Digital.

Cansado de ter as tarefas do dia desorganizadas? Seu problemas acabaram.

O aplicativo Wunderlist ajuda você a organizar a sua pauta.

Como funciona? Você pode criar listas temáticas e atividades em cada lista para ir controlando ao longo da semana (é possível colocar data e horário nas atividades para ativar lembretes) e compartilhar com outras pessoas, se for necessário.

Você também pode sincronizar as suas listas do desktop com qualquer dispositivo móvel.

Curtiu? Teste e conta aqui pra gente o que você achou!

 

Com o acesso a informação através da internet, a popularização dos aparelhos e dispositivos eletrônicos, os espaços virtuais de interação denominados mídias sociais, se tornaram grandes porta vozes dos usuários.

Isso favoreceu e encurtou os laços de contatos entre famílias, grupos, empresas, organizações e também influenciou na repercussão e na análise de quem fala para o quê ou quem. Muitos já usam as redes sociais para elogiar, criticar positiviamente e negativamente

“(…) as marcas estão potencializando manifestações e ampliando o diálogo. Já as reclamações e críticas, que são valiosas para a evolução da empresa, quando feitas em ambiente público, podem gerar uma reação em cadeia incontrolável. Uma queixa feita por um cliente pode ser compartilhada por qualquer pessoa, gerando críticas muitas vezes infundadas e danos desnecessários à imagem da marca.”

(APP – Associação dos Profissionais de Propaganda)

Nem tudo está perdido: é quase impossível  não pensar em benefícios que a sua marca pode ter diante desse contexto. Pensando nisso, criei um quadro com  quatro dicas importantes e indispensáveis para você entender o porque de monitorar a sua marca na WEB.

Confira imagem ilustrada:

 

Por: Adiene Oliveira | Social Media 

Parece que o futuro dos aplicativos de telecomunicação é  ganhar versão para computadores.

Assim como aconteceu com o Whatsapp, o Facebook Messenger também vai ganhar versão independente na plataforma WEB. A mudança promete uma versão independente com a promessa de um design e layout mais limpo.

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Para testar, é só fazer login com a sua conta do Facebook pelo site http://www.messenger.com/login.

Não esquece de contar o que achou da nova versão aqui pra gente!

Um dos queridinhos das mídias sociais, o Twitter, facilitou a função de dar “RT” (retuitar) e passou a usar um novo modo de  replicar conteúdo de outras pessoas.

Agora já é possível utilizar a ferramenta de forma menos complicada, sem precisar copiar e colar o tuíte (e sem levar em consideração o limite de 140 caracteres), podendo também adicionar comentários ao conteúdo que é reposto.

Veja:

PRINT BLOG

A atualização começou a ser testada em junho de 2014 e já está disponível para a plataforma Apple. De acordo com o Twitter, o Android logo receberá o update.

E aí, você já testou a ferramenta?