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Proxxima 2017

Desculpe o atraso deste texto. A pauta anda parecida com a lista dos doze trabalhos de Hércules! Drama mitológico a parte, vamos ao assunto: o segundo dia do Proxxima. Esse último dia do evento começou muito bem, com a apresentação mais esperada por mim, cem por cento focada em modelo de negócios: Oliver, uma agência que cria agências, conforme anunciado na revista da programação. Simon Martin, representando a Oliver, declarou: “a constante é a ruptura”. Achei ótimo, pois, além de retratar o contexto, caso seja incorporado no dia a dia por nós, emagrece. Explico: as pessoas são resistentes às mudanças também por razões biológicas – somos programados para economizar energia, e mudança exige muito do cérebro, justamente o órgão mais gastador.

Well, o modelo que a Oliver propõe, no momento, é baseado em três pontos – velocidade na operação, confiança e transparência entre cliente e agência, orientação para o mercado. Como costumo repetir para nossa equipe, o mercado sempre ganha. Para a Oliver, a orientação para o mercado significa ter benefícios sustentáveis para o cliente, um diferencial competitivo verdadeiro, e capacidade operacional. Em breve, vamos ver como será a operação deles aqui no Brasil.

Na sequência entram os representantes do Grupo Estado e do SBT para uma apresentação do tipo “De onde viemos e para onde vamos”. No caso, a resposta foi: ambos são mesmo lugar – os veículos eram basicamente produtores de conteúdo e voltaram a focar nisso com a redução da importância da publicidade em suas receitas, planejando e criando projetos de conteúdo para marcas. Quando arguidos sobre a relação com os atuais donos da bola, Google e Facebook, o termo usado foi “Friendemy”. É a situação típica “se não podemos com eles, nos unimos a eles”. Aliás, todos os veículos que subiram no palco do Proxxima declararam ter acordos com esses gigantes onipresentes. Depois disso, a Globosat substitui os colegas em uma apresentação de 10 minutos sobre o VIU hub e contou sobre o case Prêmio Multishow, que teve transmissão simultânea de conteúdos diversos, adequados a cada meio. Assim fizeram a proeza de alcançar uma audiência 229% maior entre os jovens, público que tem fugido da TV.

Quando o assunto é esporte, o gato Garfield é meu atleta favorito. Mas fiquei profissionalmente atenta a apresentação da LX Consultoria (que representa Neymar Jr.), e da Esportes Grupo Globo, que mostraram como trabalham e ganham dinheiro combinando esporte e comunicação digital. O Meio&Mensagem arrematou: “O digital exponencializa o poder do esporte.”. OK!

Sei que o povo de humanas normalmente foge da matemática, mas a apresentação da TVxtender, que veio na sequência, tinha como título MGI – a matemática para você não errar com a mídia programática. Apenas dez minutinhos, “humanizados” pelo mote/causa “Vamos causar uma boa impressão”, que por sua vez foi amarrado à argumentação de que causar uma boa impressão é bem diferente de ter uma boa apresentação, e o fato de destinar 10% do valor investido na sua plataforma de vídeos às causas sociais. Mas e a matemática? Senta que vem fórmula: MGI = A²+F+CC, onde A é audiência, F é formato, CC é conteúdo criativo.

O Itaú entrou depois, no horário da fome, e atrasado (não foi culpa dele, diga-se). Foi tão bom que segurou a plateia, sem sofrimento. Eu não sofri! Alguém? O banco dividiu com a CI&T o desafio de se tornar digital ponta a ponta, interagindo o tempo todo com os clientes, mobile first. Mostrou com números (afinal, é um banco), que não poderia ser diferente: em 2008, 74% das transações eram feitas em canais tradicionais (agência, caixa eletrônico, telefone); no primeiro trimestre de 2016, 71% das transações já eram feitas em canais eletrônicos remotos. Ellen Kiss, do Itaú enfatizou: “Banco não é um lugar para onde você vai, é um lugar onde se faz algo.”

O Itaú se propõe fazer a gestão completa da experiência do cliente, o verdadeiro motor das mudanças, como declara o slogan “É você que atualiza o Itaú.”. E é assim que tem de ser. O marketing aposta que 30% do resultado do seu trabalho vem da comunicação bem feita e 70% é mesmo resultado da experiência dos clientes com o banco.

Mas como foi mudar a cultura solidificada de uma empresa tradicional e analógica na velocidade necessária? A CI&T mostrou que inverteu a pirâmide do processo, começando com a mudança de “Como fazemos”, passando para “Valores e Atitudes”, para então chegar à “Cultura”. Aliás, Cultura Digitaú – que não é apenas sobre tecnologia, é sobre comportamento. Em bonito slide listaram seis pontos que a guia: cliente sempre no centro de tudo (óbvio); colaboração (óbvio 2); foco na criação de valor (óbvio 3); abertura genuína para a experimentação (óbvio 4); orientação por dados para focar no cliente (óbvio 5); busca incansável por o melhor modelo de negócio (óbvio 6). Tudo bem óbvio, mas vai executar! Parabéns Itaú, que parece escrever o que pregou: “Ideias são valiosas, execução é tudo.”. Quando eu conseguir ganhar dinheiro com comunicação e marketing, deposito todo lá no Itaú.

Almoço rápido. Nos dias anteriores aproveitei essa pausa para encontrar parceiros de negócios. No almoço de despedida da passagem por SP, tive a boa companhia de um brilhante professor da FGV e também gestor de investimentos, ex-Itaú (!) e ex-marido, Claudio Monteiro, que fez um panorama sobre Economia e Política, sempre bom de ouvir.

De volta ao mundo Proxxima, a Natura personificou a união do marketing com a tecnologia nas figuras de seus gestores Andrea Tavares e Agenor Leão para falar sobre o impacto dessa dupla nos negócios. Para contextualizar a importância e necessidade de juntarem forças e implantarem uma nova cultura (olhe ela aí de novo), declararam que 99,65% de todos os pedidos das consultoras são captados digitalmente. Big Data, apps, soluções de comunicação e interatividade, machine learning, RTD, ChatBots, Realidade Aumentada, e mais, fazem parte do cardápio para cumprir a agenda de transformar o negócio existente e construir um novo negócio digital. Interessante ver o cara da tecnologia falando, falando, falando… Isso gerou o seguinte comentário: “Você vê que a história mudou quando o profissional de tecnologia fala mais do que o de marketing e inovação.”. Porém ficou claro com a performance de Agenor, que não se faz mais profissional de tecnologia como antigamente. Ainda bem! Hoje é essencial ter também visão e domínio de negócio.

E então apareceu passarinho azul no palco – o Twitter apresentou o Twitter Business Solutions, plataforma (uma das 4 palavras mais queridas do momento) para facilitar o contato entre marcas e consumidores. Em seguida a IBM, mostrou a sua visão sobre inteligência artificial e solução para engajar clientes, trabalhando com o mais importante recurso natural (chamado assim pelo representante da empresa, Claudio Santos) do século XXI: dados. No embalo, a Euromonitor Internacional chegou para falar sobre a internet das coisas na realidade de negócios. Em pauta, espelhos e casas inteligentes, união de players como GM e IBM (Watson), Ford e Amazon, para surfar essa terceira onda da internet. Uma das apostas é no potencial de disrupção do comércio, tendo como intermediário Coisas e não mais smartphones ou computadores. Um beliscão, em forma de comentário, nos trouxe de volta do êxtase tecnológico: a barreira ainda é a capacidade da conexão. Logo resolvemos! Já existe diversos wearables, freezer, máquinas de lavar, ligados à web e eles estão se saindo muito bem.

Na mesma pegada mundo conectado a Posterscope contou como segmentar público com recursos de digital para exibir anúncios mais adequados em espaços out of home. Real-time. Fomos tageados, mas você pode se livrar de sua tag abrindo mão de andar por aí com seu smartphone. A empresa analisa e determina audiência que prevalece no local, no momento, e exibe a mensagem mais relevante para aquele público. A Elemídia e a Eletromídia conversaram sobre o quão prospero pode ser esse segmento e também contaram sobre o que trazem de novo para a eficácia da comunicação dos anunciantes.

Parece ouvi tambores, ou será que os criei mentalmente para abrir a discussão que estava ansiosa para presenciar: Consultoria vira agência. Agência vira consultoria. Virou zona?

Que delícia de zona! Para os clientes está ótimo. Não importa quem veio antes, o ovo ou a galinha, mas ter um ovinho bem feitinho na mesa do café da manhã. No caso, o foco é a solução para o negócio. Tanto agência quanto consultoria entenderam que a necessidade do cliente mudou e estão dando os seus pulinhos para fazer uma entrega consistente. Os profissionais envolvidos estão aprendendo a integrar os mundos de cada business. As perguntas que pairam no ar são: as agências conseguem transformar ideias em entrega que tragam desempenho para o negócio? As consultorias conseguem lidar com processos criativos? De qualquer forma, ambas estão se preparando bem para a disputa, a exemplo da Accenture que está incorporando criativos de peso em sua equipe e a Isobar que incorporou uma empresa de consultoria. Que vença o cliente! 😉 

Por Ana Carolina Monteiro.

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Hoje, 21 de Outubro de 2015, o Marty McFly, personagem do filme “De Volta para o Futuro”, chegaria do ano de 1985 para resolver um problema com seu futuro filho. Pensando nisso, nós da Com Inteligência resolvemos mostrar algumas diferenças que McFly encontraria nos dias de hoje. Confira abaixo e divirta-se com a gente.

Bilhetinho x Whatsapp – Nada de bilhetinhos, Marty! Caso você queira se comunicar com alguém, o negócio é o Whatsapp. O mensageiro instantâneo faz o maior sucesso e facilita bastante a vida das pessoas. Você vai adorar!

Walkman x Spotify – Marty, você nunca mais terá que se preocupar com o tamanho das músicas que vai pôr em suas fitas K7, muito menos se as músicas serão gravadas só pela metade. Com aplicativos como o Spotify você pode ter milhares de músicas ao mesmo tempo sem se preocupar com isso. O problema será você descobrir qual vai escutar primeiro. Por sinal, que nome feio: fita K7.

Telefone x Smartphone – os telefones servem para ligar e falar com as pessoas que estão longe de você, não é mesmo? Pois bem, Marty, esta maravilhosa invenção da humanidade foi ainda mais aperfeiçoada. Com os smartphones você pode falar com quem quiser e onde quiser. Sim! Pelo simples fato de que eles são PORTÁTEIS. E quer saber mais? Sabe o Spotify e o Whatsapp? Eles podem ser usados nos smatrphones. Precisaríamos de 05 postagens como estas para explicar os benefícios de um smartphone, Marty. São maravilhosos.

Mapas x Waze – E se Marty se perder nas ruas das cidades do ano de 2015, muito mais complexas que o ano de 1985, o que ele usaria? Um mapa? Não! Ele usaria o aplicativo Waze, ou outros aplicativos que ajudam na localização. E sabe o melhor, Marty? O Waze ainda mostra os engarrafamentos e problemas nas vias que você frequentar. Ok, sabemos que em seu ano de origem não existiam tantos engarrafamentos, mas acredite, você vai precisar.

Videocassete x Netflix – E quando você chegar ao ano de 2015 vai querer descansar um pouco, assistir um filminho e o que você fará, Marty? Alugar um filme? Nada disso! Hoje em dia você pode assistir filmes através do Netflix, também pelo Smartphone, viu? Há quem diga ser bom manter um relacionamento sério com o Netflix, fica dica qualquer coisa!

E você? Sentiu falta de alguma dica? Comente em nossa página no Facebook e compartilha essa publicação com sua galera.

 

 

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Após o Workshop de Monitoramento em Mídias Sociais com Marcel Ayres e o de Produção em Mídias Sociais com Bito Teles, o Social Media Bahia traz mais um curso relevante e a COM Inteligência estará presente no próximo, o Posicionamento de Marcas em Mídias Sociais com Marcel Bely, dia 03/10

Sendo assim, convidamos vocês a atualizar seu conhecimento com conteúdo de qualidade. As inscrições estão abertas para o workshop Posicionamento de Marcas em Mídias Sociais com Marcel Bely, que fez parte da equipe de mídias sociais da Prefeitura de Curitiba e foi um dos responsáveis por tornar a página do Facebook da cidade conhecida em todo o país.

Não perca esta chance de atualizar seu conhecimento sobre como criar presença relevante para sua marca ou a dos seus clientes, usando a criatividade para gerar engajamento e resultados. O workshop será realizado no dia 03/10 (sábado), das 09 às 18 horas, no Ciranda Café Cultura & Artes, Rio Vermelho (próximo ao Hotel Pestana). Além de aplicar os conceitos, dicas e estratégias com exercícios práticos, todos os inscritos terão direito a certificado digital de 8 horas e coffee break. Para maiores informações acesse o site: Posicionamento de Marcas em Mídias Sociais com Marcel Bely

Por: Bruno Dantas

O desejo de muitos foi ouvido pelo Mark Zuckerberg e, enfim, teremos o tão desejado botão “Não Curtir”. Por sinal, já faz algum tempo que os usuários do Facebook mostram o quanto seria legal a presença deste recurso ao lado do atual “Curtir”, ou Joinha, como preferir. A boa notícia? Estamos perto de ter um novo capítulo nessa história. Sim, o Facebook vai ganhar um novo botão!

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Segundo publicação no site techmundo, “Durante uma entrevista para o CNBC, Mark Zuckerberg (fundador e CEO do Facebook) revelou que a equipe de desenvolvimento está bem próxima de colocar o novo recurso para ser testado publicamente. Ou seja: é bem provável que testes internos já estejam sendo realizados pelos desenvolvedores e outros membros da equipe da rede social.”

O principal pensamento é: nós vamos curtir isso? Trocadilhos a parte, a maior preocupação dos desenvolvedores do Facebook hoje em dia é saber como tornar últil para os usuários esta funcionalidade e que o botão expresse algo positivo, não sendo somente um atalho para negativar os contatos – pense quantas pessoas vão excluir outras só porque o amiguinho não curtiu o que ela falou, né?

No que interessa a nós, profissionais fortes e resistentes de mídias sociais, existem os famosos haters/trolls, que podem impactar os resultados. Sendo assim, como será este impacto para a mensuração das Fan Pages? Imagine quantas pessoas vão dar Dislikes só para poder prejudicar uma página?

Entretanto, este botão será bem interessante para medir alguns casos, como campanhas políticas e páginas de órgãos e personalidades públicas, por exemplo, mas sempre levando em conta os citados haters, fakes, trolls e afins.

E você? O que acha do lançamento deste recurso? Vai ajudar a nossa vida? É algo pelo qual você sempre ansiou? Conte-nos!

Lady Gaga, Justin Bieber, Obama? Não. A primeira pessoa a conseguir 10 Bilhões de views no Youtube não é uma celebridade da música ou do esporte. Ele é um Youtuber!

O sueco Felix Kjellberg, mais conhecido pelo seu apelido PewDiePie (pronuncia-se: piu-ri-pai), é um Youtuber que comenta games em seu canal e ficou conhecido por destacar jogos de ação e terror. O seu canal é um dos que mais crescem e isso pôde ser visto na marca atingida por ele recentemente.

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A marca atingida por PewDiePie é de extrema importância para o mundo digital, pois mostra o quanto o ambiente virtual é grande e o quanto o público é fiel a este conteúdo. A marca de 40 milhões de inscritos, faz com que PewDiePie tenha o canal com maior quantidade de inscritos no Youtube e é a terceira figura mais influente entre os americanos com idades entre 13-18 anos.

Visto o potencial que este tipo de conteúdo pode ter, o que você tem pensado a respeito para sua empresa?

Quer saber mais sobre a marca de PewDiePie? Confira esta notícia do dailydot.com.

Uma das grandes novidades desta semana foi a reformulação do logotipo do Google. Todos fomos surpreendidos com as mudanças feitas na marca da gigante, entretanto, esta modificação não se trata apenas de uma atualização visual. Ela faz parte de uma série de mudanças que vêm acontecendo após o surgimento da Alphabet – nova companhia do Google com segmentos variados.

A Alphabet  veio para substituir o Google como uma empresa de capital aberto e todas as ações do buscador serão automaticamente convertidas em ações de Alphabet..

O novo logotipo é mais leve, mais familiar, mais rápido e está mais aproximado do novo momento do Google. Neste artigo publicado pelo site Design Culture você pode encontrar mais detalhes sobre a mudança da marca, inclusive com comentários sobre a identidade visual e informações sobre o desenvolvimento desta ao longo dos anos.

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Gostou da mudança? Achou que ficou melhor que a anterior? Tem algum comentário que você deseja acrescentar? Acesse nossa página do Facebook e vamos debater sobre o assunto

Fonte: Design Culture

Virais. Há quem abomine esse termo e há quem faça valer a pena o nome dado para vídeos que fazem sucesso em um curto período de tempo e por consequência disso, caem  no gosto do povo, gerando comentários.

O Google teve a sacada de divulgar as funcionalidades da marca no âmbito mobile usando esses famosos takes, usando como exemplo o viral do menininho e sua famosa expressão de surpresa:

O objetivo do Google é mostrar que ele pode ser útil em (quase) tudo e que podemos explorar as diversas funcionalidades que a sua própria plataforma oferece, para facilitar a nossa vida, mas que ainda assim desconhecemos.

Confira neste canal todos os vídeos produzidos para esta divertida campanha: http://bit.ly/1BlNoDM

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As inscrições da edição 2015 do desafio online Google, estão abertas e vão até o dia 22 de abril! A competição tem como intuito estimular  em desenvolver e executar uma campanha publicitária online para uma empresa ou ONG usando apenas o Google AdWords e o Google+.

São exigidos:

  • Equipes de 3 a 6 pessoas;
  • Estudantes de graduação ou pós graduação;
  • Supervisão de um professor;

O prêmio será – além do conhecimento e experiência – um valor em dinheiro e os participantes concorrerão a gadgets e doações no valor total de US$ 15 mil (R$ 48 mil) para ONGs. Um prêmio especial também vai ser entregue: uma viagem de sete dias para São Francisco, sendo um dia alocado em Mountain View, na sede da Google.

Quem vai decidir os vencedores é um grupo de funcionários da Google e um painel independente de acadêmicos.

Mais informações acesse: http://www.google.com/onlinechallenge/discover/index.html